Triagem
Descobrir onde estão os riscos
- Análise de contratos, jornada, folha, PJs, advertências e desligamentos
- Conversa com o dono e com a liderança
- Mapa de riscos por gravidade e plano de ação
Em 50 minutos, você descobre se a sua empresa corre risco de processo trabalhista, o tamanho desse risco e o que corrigir primeiro.
São 50 minutos de conversa comigo sobre a sua empresa, para você saber onde ela está exposta.
Nenhuma empresa é processada de surpresa. O processo nasce meses antes, em decisões pequenas do dia a dia.
A hora extra paga "por fora". O PJ que cumpre horário. O funcionário desligado sem uma advertência sequer no papel. O contrato copiado da internet. Cada um desses é um aviso. E quem não ouve o aviso ouve o juiz.
O problema é que, enquanto você toca a operação, ninguém foi contratado para ouvir esses avisos. O contador cuida das obrigações. O RH executa a rotina. E o risco vai se acumulando em silêncio.
O que um único processo custa de verdade:
Prevenir custa uma fração disso. E devolve algo que não tem preço: dormir tranquilo sabendo que a empresa está protegida.
Ponto sem controle confiável, banco de horas combinado "de boca", intervalo não registrado. É a campeã de processos no Brasil.
Modelo igual ao de qualquer empresa, que não trata da sua operação, do seu horário nem das suas funções.
Prestador com horário fixo, chefe e rotina de funcionário. O pedido de vínculo é questão de tempo.
Desligamento sem advertências documentadas. Vira justa causa revertida ou dano moral.
Vale-alimentação em Pix ou dinheiro, que a lei proíbe e que pode virar salário com INSS, FGTS e reflexos.
Gerente que cobra, adverte e desliga do jeito errado. Gera assédio moral e processo sem perceber.
Se reconheceu dois ou mais, o diagnóstico vai te mostrar o tamanho da exposição.
Eu quero meu diagnósticoÉ um mapeamento feito em reunião com você, dono ou sócio da empresa. O objetivo é responder a uma pergunta: a sua empresa está exposta a risco trabalhista ou não?
Eu faço a análise individual do seu negócio e calculo o grau de risco que ele corre hoje: o quanto já está blindado e por onde um processo pode entrar.
Não é feito por robô. Não é automação. Não é questionário genérico.
Quem analisa a sua empresa sou eu, pessoalmente, com a experiência de quem responde pelo trabalhista de 15 empresas em setores diferentes.
O que eu analiso:
Meu trabalho não é defender a empresa depois do processo. É a prevenção, antes que ele exista.
A maioria dos advogados trabalhistas conhece a lei. Poucos conhecem a operação. Eu vivo os dois lados: sou advogada e respondo pelo trabalhista de um grupo com 15 empresas em ramos diferentes, de hotelaria a lavanderia industrial, de restaurante a atacado. Cada setor tem uma convenção, uma escala e um risco próprio. Sei o que cabe na prática de um negócio que precisa dar lucro.
Processo trabalhista também é comportamento: um gerente que humilha, um funcionário que sai magoado, um dono que decide no impulso. Por isso estudei Psicanálise. Blindar uma empresa é cuidar dos documentos e das pessoas que os assinam.
E não trabalho contra a sua equipe. Trabalho lado a lado com o seu contador, o seu RH e a sua empresa de segurança do trabalho. Eles executam. Eu previno.
Cada um no seu ofício:
Três etapas que levam a sua empresa do risco escondido à proteção contínua. O diagnóstico é a porta de entrada da primeira.
Descobrir onde estão os riscos
Corrigir o que está exposto
Manter a empresa blindada
Se a blindagem fizer sentido depois do diagnóstico, você recebe uma proposta com etapas, entregas e prazos definidos. As condições da contratação, inclusive as de saída, ficam claras no contrato. Você decide com o mapa da sua empresa na mão, não com uma promessa.
Só nas últimas semanas, três mudanças que atingem qualquer empresa com funcionários. Quem não acompanha descobre quando a conta chega.
A blindagem não é só corrigir o passado. É ter alguém que ouve os avisos por você, todo mês.
Advogada de empresas · OAB/DF 56.353 · Criadora do Método TGR
Sou advogada há 9 anos, com atuação empresarial e trabalhista. Mas, antes de tudo, sou gestora.
Hoje respondo pelo trabalhista de um grupo empresarial com 15 empresas em seis setores: hotelaria, restaurantes, lavanderia industrial, atacado e compras, prestação de serviços, construção e administração. São mais de 240 contratos de trabalho, cada um com sua convenção coletiva, sua escala e seus riscos. Não conheço o problema pela teoria: vivo todos os dias a rotina de contratar, treinar, advertir e desligar. Foi aplicando a blindagem nessas empresas que desenvolvi o Método TGR.
O Método TGR não saiu de um livro. Ele foi construído no dia a dia de um grupo com 15 empresas em seis setores, cada uma com sua convenção coletiva, sua escala e seus riscos. É o mesmo trabalho que faço nessas empresas que levo para a sua.
Uma reunião de 50 minutos, comigo, sobre a sua empresa. Passo por jornada, contratos, benefícios, desligamentos e liderança, e você sai sabendo o seu grau de risco e o que corrigir primeiro.
É exatamente o melhor momento. Processo não avisa: ele aparece quando um funcionário sai insatisfeito. O diagnóstico mostra o que está acumulado antes que alguém resolva cobrar.
Ele cuida das obrigações: folha, eSocial, guias. Prevenir processo é outro ofício. Eu trabalho junto com o seu contador, não no lugar dele.
Não. O diagnóstico é a porta de entrada da Triagem, a primeira etapa do Método TGR. Ele mostra onde estão os riscos. A blindagem completa é o trabalho de corrigir e manter, e só faz sentido se o diagnóstico apontar necessidade.
Se fizer sentido, apresento a blindagem completa pelo Método TGR, com proposta por escrito. Se não fizer, você fica com o mapa da sua empresa e segue com a sua equipe.
Não. Você sai da reunião com o seu grau de risco e o que corrigir primeiro, contrate ou não. Se fizer sentido, eu apresento a blindagem completa e você decide.
Sim. A reunião é com o dono ou com quem decide pela empresa. Sem essa pessoa, o diagnóstico não acontece.
Serve. Para empresas com até 14 funcionários, o caminho costuma ser uma solução pontual, focada no essencial, em vez do acompanhamento completo.
Você escolhe na hora de agendar: Google Meet ou presencial, em Brasília.
Processo trabalhista não é azar. É um aviso que ninguém ouviu.
Em 50 minutos você vai saber se a sua empresa está exposta, o tamanho do risco e por onde começar. Antes que o aviso chegue ao juiz.
Eu quero meu diagnósticoUma conversa direta, sem robô do outro lado.