Dra. Thamires RodriguesMÉTODO TGR · BLINDAGEM TRABALHISTA

Blindagem trabalhista para empresas.

Em 50 minutos, você descobre se a sua empresa corre risco de processo trabalhista, o tamanho desse risco e o que corrigir primeiro.

São 50 minutos de conversa comigo sobre a sua empresa, para você saber onde ela está exposta.

15empresas de um mesmo grupo sob minha gestão
6setores: hotelaria, alimentação, lavanderia, atacado, serviços e construção
240+contratos de trabalho ativos que passam pelas minhas mãos
9anos de advocacia empresarial e trabalhista
O que ninguém te conta

Processo trabalhista não é azar. É um aviso que ninguém ouviu.

Nenhuma empresa é processada de surpresa. O processo nasce meses antes, em decisões pequenas do dia a dia.

A hora extra paga "por fora". O PJ que cumpre horário. O funcionário desligado sem uma advertência sequer no papel. O contrato copiado da internet. Cada um desses é um aviso. E quem não ouve o aviso ouve o juiz.

O problema é que, enquanto você toca a operação, ninguém foi contratado para ouvir esses avisos. O contador cuida das obrigações. O RH executa a rotina. E o risco vai se acumulando em silêncio.

O que um único processo custa de verdade:

  • A condenação ou o acordo, quase sempre com verbas dos últimos 5 anos
  • Honorários de advogado para se defender
  • Seu tempo e o do seu gerente em audiências e depoimentos
  • O efeito manada: quando um funcionário ganha, os outros descobrem o caminho
  • Noites mal dormidas esperando a próxima notificação

Prevenir custa uma fração disso. E devolve algo que não tem preço: dormir tranquilo sabendo que a empresa está protegida.

Os avisos mais comuns

Quantos destes você reconhece na sua empresa?

Jornada e horas extras

Ponto sem controle confiável, banco de horas combinado "de boca", intervalo não registrado. É a campeã de processos no Brasil.

Contrato genérico

Modelo igual ao de qualquer empresa, que não trata da sua operação, do seu horário nem das suas funções.

PJ que trabalha como CLT

Prestador com horário fixo, chefe e rotina de funcionário. O pedido de vínculo é questão de tempo.

Demissão sem histórico

Desligamento sem advertências documentadas. Vira justa causa revertida ou dano moral.

Benefício pago errado

Vale-alimentação em Pix ou dinheiro, que a lei proíbe e que pode virar salário com INSS, FGTS e reflexos.

Liderança despreparada

Gerente que cobra, adverte e desliga do jeito errado. Gera assédio moral e processo sem perceber.

Se reconheceu dois ou mais, o diagnóstico vai te mostrar o tamanho da exposição.

Eu quero meu diagnóstico
Como funciona

O diagnóstico trabalhista da sua empresa

É um mapeamento feito em reunião com você, dono ou sócio da empresa. O objetivo é responder a uma pergunta: a sua empresa está exposta a risco trabalhista ou não?

Eu faço a análise individual do seu negócio e calculo o grau de risco que ele corre hoje: o quanto já está blindado e por onde um processo pode entrar.

Não é feito por robô. Não é automação. Não é questionário genérico.

Quem analisa a sua empresa sou eu, pessoalmente, com a experiência de quem responde pelo trabalhista de 15 empresas em setores diferentes.

O que eu analiso:

  • Jornada, ponto, horas extras e banco de horas
  • Contratos de trabalho e prestadores PJ
  • Benefícios: como são pagos e o que a convenção exige
  • Advertências, suspensões e desligamentos
  • Documentos obrigatórios e regimento interno
  • Como a sua liderança age no dia a dia

Você sai da reunião sabendo:

  • O grau de risco da sua empresa: baixo, médio ou alto
  • As três principais brechas por onde um processo pode entrar hoje
  • O que corrigir primeiro, por ordem de gravidade e de custo
  • Se a blindagem completa faz sentido para você, ou se uma correção pontual resolve
Por que comigo

A advogada que pensa como dona de empresa

Meu trabalho não é defender a empresa depois do processo. É a prevenção, antes que ele exista.

A maioria dos advogados trabalhistas conhece a lei. Poucos conhecem a operação. Eu vivo os dois lados: sou advogada e respondo pelo trabalhista de um grupo com 15 empresas em ramos diferentes, de hotelaria a lavanderia industrial, de restaurante a atacado. Cada setor tem uma convenção, uma escala e um risco próprio. Sei o que cabe na prática de um negócio que precisa dar lucro.

Processo trabalhista também é comportamento: um gerente que humilha, um funcionário que sai magoado, um dono que decide no impulso. Por isso estudei Psicanálise. Blindar uma empresa é cuidar dos documentos e das pessoas que os assinam.

E não trabalho contra a sua equipe. Trabalho lado a lado com o seu contador, o seu RH e a sua empresa de segurança do trabalho. Eles executam. Eu previno.

Cada um no seu ofício:

Contador e RH

  • Folha de pagamento
  • eSocial e obrigações acessórias
  • Guias de FGTS e INSS
  • Admissão, ponto e rotina

Blindagem TGR

  • Contratos feitos para a sua operação
  • Jornada e banco de horas que se sustentam na Justiça
  • Advertências e desligamentos documentados
  • Liderança preparada para agir sem gerar risco
  • Acompanhamento das mudanças na lei
Metodologia

O Método TGR de Blindagem Trabalhista

Três etapas que levam a sua empresa do risco escondido à proteção contínua. O diagnóstico é a porta de entrada da primeira.

Triagem

Descobrir onde estão os riscos

  • Análise de contratos, jornada, folha, PJs, advertências e desligamentos
  • Conversa com o dono e com a liderança
  • Mapa de riscos por gravidade e plano de ação

Gestão

Corrigir o que está exposto

  • Contratos, jornada e acordos ajustados à sua operação
  • Regimento interno e políticas da empresa
  • Modelos prontos e treinamento da liderança

Regularização

Manter a empresa blindada

  • Acompanhamento para as decisões do dia a dia: "posso demitir?", "como advirto?"
  • Revisão periódica dos riscos
  • Atualização sempre que a lei muda

Tudo por escrito antes de começar

Se a blindagem fizer sentido depois do diagnóstico, você recebe uma proposta com etapas, entregas e prazos definidos. As condições da contratação, inclusive as de saída, ficam claras no contrato. Você decide com o mapa da sua empresa na mão, não com uma promessa.

Por que agora

Nunca houve tanta mudança trabalhista em tão pouco tempo

Só nas últimas semanas, três mudanças que atingem qualquer empresa com funcionários. Quem não acompanha descobre quando a conta chega.

  • NR-1: riscos psicossociais viraram obrigaçãoDesde maio de 2026, toda empresa com funcionários precisa avaliar e documentar riscos como estresse, assédio e sobrecarga. Quem não tem isso no papel está exposto na fiscalização e no processo.
  • Recadastramento obrigatório no PATEmpresas cadastradas que não se recadastrarem no novo sistema até 9 de novembro são excluídas.
  • Convenções coletivas renovadasNovos pisos, novos valores de benefícios e novas obrigações. Muita empresa ainda aplica a regra antiga.

A blindagem não é só corrigir o passado. É ter alguém que ouve os avisos por você, todo mês.

Dra. Thamires Gabriela Rodrigues, advogada de empresas
Quem sou eu

Dra. Thamires Gabriela Rodrigues

Advogada de empresas · OAB/DF 56.353 · Criadora do Método TGR

Sou advogada há 9 anos, com atuação empresarial e trabalhista. Mas, antes de tudo, sou gestora.

Hoje respondo pelo trabalhista de um grupo empresarial com 15 empresas em seis setores: hotelaria, restaurantes, lavanderia industrial, atacado e compras, prestação de serviços, construção e administração. São mais de 240 contratos de trabalho, cada um com sua convenção coletiva, sua escala e seus riscos. Não conheço o problema pela teoria: vivo todos os dias a rotina de contratar, treinar, advertir e desligar. Foi aplicando a blindagem nessas empresas que desenvolvi o Método TGR.

  • FormaçãoGraduada em Direito pela Universidade Católica de Brasília (2012–2016) · Pós-graduada em Direito Empresarial
  • ComportamentoFormação em Psicanálise, para entender o que move as pessoas dentro de uma empresa: o funcionário, o gerente e o dono
  • Experiência9 anos de advocacia nas áreas empresarial e trabalhista
  • CertificaçãoCertificada em blindagem trabalhista pela Empresa Blindada
  • HojeGestão de pessoas e compliance trabalhista preventivo em grupo empresarial multissetorial em Brasília
Onde o método nasceu

Construído dentro da operação, não no escritório.

O Método TGR não saiu de um livro. Ele foi construído no dia a dia de um grupo com 15 empresas em seis setores, cada uma com sua convenção coletiva, sua escala e seus riscos. É o mesmo trabalho que faço nessas empresas que levo para a sua.

Passo a passo

Simples e direto, como tem que ser

  1. Você responde o formulárioLeva 1 minuto. É ele que me diz se o diagnóstico faz sentido para o seu caso.
  2. Escolhe o horário50 minutos, pelo Google Meet ou presencial em Brasília, com você que decide pela empresa.
  3. Recebe o grau de riscoOnde estão as brechas, o que é grave e o que corrigir primeiro.
Eu quero meu diagnóstico
Para quem é

Feito para quem assina a folha

É para você se

  • É dono(a) ou sócio(a) da empresa
  • Tem funcionários CLT ou prestadores fixos
  • Prefere prevenir a apagar incêndio
  • Quer saber onde está exposto antes que alguém te conte na Justiça

Não é para você se

  • Prefere descobrir o risco quando a notificação da Justiça chegar
  • Aposta que o funcionário que saiu chateado não vai procurar um advogado
  • Acredita que resolver depois sai mais barato do que prevenir agora
  • Já foi processado e precisa de defesa, não de prevenção
Dúvidas

O que os donos de empresa me perguntam

O que acontece no diagnóstico?

Uma reunião de 50 minutos, comigo, sobre a sua empresa. Passo por jornada, contratos, benefícios, desligamentos e liderança, e você sai sabendo o seu grau de risco e o que corrigir primeiro.

Nunca tive processo. Preciso disso?

É exatamente o melhor momento. Processo não avisa: ele aparece quando um funcionário sai insatisfeito. O diagnóstico mostra o que está acumulado antes que alguém resolva cobrar.

Meu contador já cuida da parte trabalhista.

Ele cuida das obrigações: folha, eSocial, guias. Prevenir processo é outro ofício. Eu trabalho junto com o seu contador, não no lugar dele.

O diagnóstico já é a blindagem?

Não. O diagnóstico é a porta de entrada da Triagem, a primeira etapa do Método TGR. Ele mostra onde estão os riscos. A blindagem completa é o trabalho de corrigir e manter, e só faz sentido se o diagnóstico apontar necessidade.

E depois do diagnóstico?

Se fizer sentido, apresento a blindagem completa pelo Método TGR, com proposta por escrito. Se não fizer, você fica com o mapa da sua empresa e segue com a sua equipe.

Vou ser pressionado a contratar?

Não. Você sai da reunião com o seu grau de risco e o que corrigir primeiro, contrate ou não. Se fizer sentido, eu apresento a blindagem completa e você decide.

Preciso participar da reunião?

Sim. A reunião é com o dono ou com quem decide pela empresa. Sem essa pessoa, o diagnóstico não acontece.

Minha empresa é pequena. Serve para mim?

Serve. Para empresas com até 14 funcionários, o caminho costuma ser uma solução pontual, focada no essencial, em vez do acompanhamento completo.

É online ou presencial?

Você escolhe na hora de agendar: Google Meet ou presencial, em Brasília.

Processo trabalhista não é azar. É um aviso que ninguém ouviu.

Em 50 minutos você vai saber se a sua empresa está exposta, o tamanho do risco e por onde começar. Antes que o aviso chegue ao juiz.

Eu quero meu diagnóstico

Uma conversa direta, sem robô do outro lado.

Eu quero meu diagnóstico